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Turistas curtem esportes de aventura nas montanhas no Espírito Santo

 

Repórter do Ceará viajou para Alfredo Chaves, no Espírito Santo.
Destino aparentemente pacato, leva os turistas para muitas aventuras.

JORNAL HOJE da GLOBO apresenta ao Brasil nossa linda Terra!

Mais uma vez a pequenina cidade de Alfredo Chaves é exposta na grande mídia de forma exuberante. 
Um orgulho para todos os cidadãos dessa bucólica cidade do interior do Espírito Santo que sempre recebe a todos os visitantes de braços abertos.
Alfredo Chaves é conceituada como A Capital Capixaba do Turismo de Aventura.
Venha conhecer Alfredo Chaves e seus encantos, interagindo com a natureza com muito prazer, adrenalina e segurança! 
Saiba mais www.alfredochaves.tur.br
 

 

A repórter Aline Oliveira saiu do Ceará para viver experiências bem diferentes nas montanhas do Espírito Santo. Na cidade de Alfredo Chaves, a 60 quilômetros de Vitória, a Aline voou, conheceu belas cachoeiras, e ficou encantada com a paisagem. Confira como foi o passeio:

 

"Cheguei ao Espírito Santo num dia quente. Passei rapidinho por Vitória e fui em busca novos ares nas montanhas capixabas. Seguimos pela rodovia do Sol e em menos de uma hora chegamos à Alfredo Chaves, mas não se engane com esse clima pacato de cidade do interior. Tem muita aventura por aqui.

 

A maioria dos visitantes segue para o campo. Esqueça asfalto. Quase todas as pousadas são mantidas pelos próprios moradores e têm um clima bem familiar.

É tudo bem simples, mas muito aconchegante. Permite ao visitante conhecer um pouco o estilo de vida aqui dos moradores da região. Luxo aqui é poder respirar um pouco de ar puro, ficar assim, no meio da natureza, e, de repetente, até ter uma vista como essa.

Fomos conhecer a cachoeira de Matilde, uma das maiores do Espírito Santo. Eu vim aqui para conhecer e da próxima vez que a gente vier, eu quero fazer o rapel. Para fazer rapel, é preciso chegar mais pertinho e já vou logo avisando que o caminho não é nada fácil. É uma descida meio íngreme e escorregadia.

Bom aqui a gente já consegue ver a cachoeira, mas, para chegar até lá, olha só: tem que ir segurando a corda. Vale a pena, porque o visual é simplesmente lindo.

Então, vamos lá, que ainda falta um pouquinho. A gente termina a descida, não há tanto cansaço porque, na verdade, não precisa de tanto esforço físico, já que é uma descida. O único problema, realmente, é o medo que a gente tem escorregar, cair, se machucar um pouquinho, mas quando chega aqui a gente vê que tudo compensa: isso aqui é o começo da cachoeira de Matilde, e a aventura aqui nesse local vai ficar ainda maior.

A queda d’água tem 60 metros de altura. Quem chega já pode fazer o rapel, é só agendar com os instrutores da cidade.

“Essa descida, apesar de ser um pouco alta, mas é um grau bem simples, é uma cachoeira negativa, então, as pessoas não passam a maior parte do tempo encostadas na pedra, elas ficam suspensas e com isso diminui bastante o risco de atrito com a pedra", fala o instrutor de rapel André Veiga.

Eu não tive coragem, não, mas o Luiz veio pela primeira vez e já topou o desafio. Desceu pelo paredão, bem ao lado da cachoeira.

Como não encaramos o rapel, o jeito foi fazer o caminho de volta a pé. Difícil para mim e mais ainda para os colegas que carregam os equipamentos. Depois, seguimos para o mirante de Cachoeira Alta, que tem quase 500 metros de altitude e olha só a vista.

A montanha é a preferida dos praticantes de voo livre. Os visitantes podem vir até à rampa de cachoeira alta para curtir o visual, contemplar um pouco essa paisagem ou também para voar. A localidade tem escolas de parapente, os instrutores acompanham quem não tem experiência.

Dizem que a melhor época, a mais tranquila é durante o inverno, no verão o vôo é mais radical. Bom, eu achei que chegando aqui eu não ia ter coragem, mas, ao mesmo tempo, pensei: quando é que eu vou estar de novo aqui, nesse lugar lindo? Então, resolvi também viver essa experiência.

Na hora da decolagem, e dica é olhar para frente, respirar fundo e correr. Por causa do nervosismo, quase faltou forças, mas fui e nem acreditei que, de repente, eu já tava voando e sem medo algum, acreditam?

Aí foi só curtir a paisagem, a mata preservada, quedas d’água e aproveitar o clima nas alturas. Fizemos o voo em um dia lindo e dividimos espaço com muito outros parapentes. Mas é bom conversar com o instrutor antes viu, pois ele pode surpreender com esse movimento aí, uma espiral. Nessa hora, fiquei assustada viu.

Depois de 20 minutos de voo, mal deu para acreditar quando encostei os pés no chão. A sensação é simplesmente incrível. Dá um frio na barriga, uma loucura, mas é um jeito diferente de ver as coisas lá de cima. Sensacional.

Ah, sabe as imagens aí feitas durante o voo? Já estão inclusas no pacote. O turista pode levar para casa uma das melhores lembranças que tudo que se vive aqui."

 

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